segunda-feira, 16 de novembro de 2009
triksters ou vagabundos, ajudantes ou cartoons
Parte del vídeo de la performance "tricksters ou vagabundos, ajudantes ou cartoons" realizado en el ambito del Festival ZAAT en el dia 30 de Octubre del 2009 en el Parking de estacionamiento de la Praça da Figueira en Lisboa.
zaat
De 30 de Outubro a 22 de Novembro de 2009
ZAAT Mostra de Artes Visuais e Sonoras 009.
Parque de estacionamento da Praça da Figueira // piso -1
entrada livre //
O parque de estacionamento subterrâneo da Praça da Figueira funciona com uma galeria de arte contemporânea desembaraçada dos seus habituais ambientes e referentes.
O acesso livre devido o próprio funcionamento do parque, a ocupação e intervenção artísticas num espaço pouco habitual no percurso das criações artísticas criam uma dinâmica que diferencia a apreciação dos trabalhos apresentados e proporcionam aos diversos públicos envolvidos interpretações e olhares diferentes. Esta proposta para a ZAAT Mostra 009 busca e provoca a surpresa, o confronto entre um lugar de passagem e de trânsito e uma actividade de verdadeira contemplação.
L’armorce#150 de Vincent Boisselier
OOps Mama e Love Hurts de Ema Cima
Amor Cachorro de Jordi Burch
Portable memory de Lara Boticário Morais
Teegr de Matthieu Martin
Papier blanc, encre noire de Edith Longuet-Allerme
A BLUE SKY WOUD BE SUSPICIOUS, Artificial landscape e
VOLATILES (VOADORES VOLÁTEIS), Portrait series via a motion capture system de Olivier Perriquet
30/10/2009 pelas 18 horas // INAUGURAÇÃO
Com o espectáculo de dança tricksters ou vagabundos, ajudantes ou Cartoons do Coletivo qualquer por Luciana Chieregati e Ibon Salvador
20/11/2009 pelas 18 horas
O Coro do Grupo Desportivo e Cultural do Banco de Portugal pelo Maestro Sérgio Fontao
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
"en fronteras" - demo
Partes do vídeo da performance "en fronteras" no ESPAÇOKARNART realizado em Lisboa a 27 de fevereiro de 2009.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
lugares o nao lugares.
Os dois ensaios no parking da Praça da Figueira foram brutais para mim. Observei no meu corpo e nos videos como desde esse começar no nada, nesse ir indo que é a improvisaçao aparecia um período de movimento duvidante, que nao tem uma intençao clara mas que vai. No ir indo escuto como esse nao territorio, essa impropriedade que desconheço vai entrando (entre-ando) em linhas e intensidades, que de alguma maneira o territorializam. Observo que esta qualidade mais sutil se estabelece em um jogo de insistencia e tempo. Tem que ver com construir um movimento dos entre-espaços, lugares que aparecem como uma grande duvida, como um nada que tem que ver com as nossas impropriedades, com acercar-nos ao desconhecido que está sempre aí a cada passo que nos permitimos dar sem perguntar porque ou como.
Começamos indo juntos em uma escuta das direçoes do nosso corpo (do outro), das manchas de luz no espaço e precisamos de tempo para o encontro, entre nós, com o som, com as novas informaçoes relacionais que surgem enquanto nos permitimos ir a territorios incertos. As vezes a cadençia é leve, outras uma densidade muscular surge com força, se-calhar uma pausa vibra com o espaço. A beleza que observo subtrae-se, desliza-se nas bordas de uma linguagem inter; quero dizer na apariçao de uma traduçao conjunta entre o espaço (som, temperatura, cor, gravidade, matéria) e nós (som, temperatura, cor, gravidade, matéria) e aí nessa oscilaçao mutua, nesse encontro surge a matéria (palabra) que é tactil ou nao, que pode ser a mais leve brisa, uma montagem mecanica ou a pegada de um elefante. Isso nunca se sabe.É preciso estar lá, no ter lugar.