terça-feira, 15 de novembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
1 ou 2 contentamentos comedidos
1 ou 2 contentamentos comedidos
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
muestra de proceso

Coletivo Qualquer: Ibon Salvador e Luciana Chieregati
invitam a la muestra del proceso :
“Sobre aquilo que não se pode falar”
Un momento de intercambio de percepciones para un comienzo. Hace siete días que vivimos en AZALA y levantamos materiales acerca de algunas cuestiones del lenguage. Nuestro punto de partida es el libro “Lo que resta de Auschwitz” del filósofo Giorgio Agamben. Una discusión acerca del lugar del sujeto, del no ser, del acontecimiento del hablar, contar, decir. Los movimientos desde la palabra y hacia la palabra, desde el gesto y hacia el gesto ¿No serán la misma cosa?
AZALA, 14 de Septiembre a las 18:30h.
www.azala.es
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
documentação do processo "58 passos até entrar na vila" criação do coletivo qualquer dentro do Festival Pedras D'agua
terça-feira, 14 de junho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
"58 passos até entrar na vila"
O desmanchar contínuo de um lugar que abrange trânsitos ou os diferentes lugares que vão e vem com as pessoas.
Escolhemos este espaço diante da Farmácia, atrás da paragem de ônibus, do lado da igreja, na frente do Martim Moniz, que não tem limites claros e foge para cima das Escadinhas da Saúde, se vai lá com o transito dos carros e corre com pressa pela rua da mouraria.
Nuvens passam.
Andorinhas em linhas.
Pombos fazem ponto.
Caminhar e pausar, pausar e caminhar.
Passos na pedra.
A primeira camada é sobre as trajetórias, os deslocamentos das pessoas, aglomerações e dispersões que vão criando e desfazendo o espaço. Só depois emerge o gesto, as direções e volumes no corpo, o bater do sol, se é segunda ou feriado. Há pequenos encaracolamentos no recolher uma moeda que caiu, há sorrisos e um olhar que afina no céu lá onde o bico do prédio acaricia.
Estamos a pesquisar o dialogar do movimento com o movimento, os deslocamentos que se juntam a outros deslocamentos, o compartilhar de um espaço desde a prática de estar lá. Uma abertura para a existência. Um trabalho que aprofunda a escuta do aparecer do gesto e deixa que este leve (traga) algo à presença.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
"A Rua", a rua
quarta-feira, 13 de abril de 2011
expansão
Despoleta de novo a dita “bolha de azeite” ou o corpo humano que se mexe numa superficie, planeta, tierra, ar, direcciones, água. Que corpo é esse? E suas traduções em cada um de nós? Um corpo em expansão? A expansao como maneira de dizer um corpo, um corpo em relação com as informações, que se des-limita e re-limita com estas.
A expansão começo a relacionar com a "Auréola", que é a graça de cada coisa ou pessoa supostamente perfeita (acabada), ou seja, o que introduz no acabado uma possibilidade suplementar que lhe indetermina os limites. Tu e eu, envelhecendo, não sabendo o que será amanhã. A bolha de azeite expande-se enquanto pode não ser bolha de azeite, enquanto pode ser “mais” e "menos” que uma bolha de azeite. Se a identificas morre ou deixa de ter movimento.
Também essa minha expansão acontece nessa continua intermitência em que me aproprio e des-aproprio – entre ser e não-ser - de mim mesmo, em um arrepiar do nada em mim e à minha volta, e um constituir-se do meu eu-entorno-eu em configurações mais ou menos sólidas, mais ou menos efêmeras. Na abertura para essa prática de possibilidade de nada, de não-ser eu – ou melhor, ser eu-outro - , um tremor de expansão acontece, numa vertigem que como limpeza ou chuva muda o que lá esta, ou o que era. É sim uma morte, às vezes tão pequena que vão caindo duas lágrimas doces, outras, o rasgar e a ruptura de estruturas que caindo em picado nos deixam espreitar um vazio que é a cara oculta da plenitude.
Habitar essa complexidade e essa simpleza que já está a ser em nós, essa maneira em que o ser e o não ser formam uma cadencia em que um da conta do outro. Compartilhar assim com os outros precisamente o que um pode também não ser (sendo). Diluído com. Com o outro alem e aquém, numa intimidade das distancias e das velocidades.